O senador Vanderlan Cardoso (PSD) encaminhou, em reunião nesta segunda-feira (2), um acordo para ser candidato à reeleição pela base governista. Ele manteve conversas com o governador Ronaldo Caiado (PSD) e o vice-governador Daniel Vilela (MDB) e teve garantido espaço para tocar seu projeto eleitoral, que sempre foi concorrer novamente ao Senado.
A permanência de Vanderlan na base ficou ameaçada depois que o governo quase fechou um acordo para que o PL apoiasse Daniel Vilela. Neste cenário, a chapa reservaria espaços para apenas dois candidatos ao Senado: Gracinha Caiado (UB) e Gustavo Gayer (PL). Ele foi cortejado por Marconi Perillo (PSDB).
Movimentos de Wilder Morais, no entanto, inviabilizaram a aliança e a articulação do Palácio mudou de rota. Se antes a ordem era impedir candidaturas avulsas, agora não há mais restrição. Na segunda-feira já foi anunciada a filiação do deputado federal Zacharias Calil ao MDB. Ele também é pré-candidato ao Senado. Com o acordo com Vanderlan, a base já chega a três pré-candidatos.
Além do trio ainda existem dois postulantes em potencial. Um deles é o presidente da Agência Goiana de Habitação (Agehab), Alexandre Baldy (PP), e outro é o ex-prefeito de Aparecida de Goiânia, Gustavo Mendanha (PSD). Ainda não há definições quanto aos dois, mas a aposta é que Baldy toparia uma suplência. Ao site ‘A Redação’, Mendanha afirmou que só pensa num projeto ‘majoritário’. Ele também é cotado para a vice de Vilela.
No próximo dia 14 de março a base do governo fará um evento em Jaraguá para dar a largada à pré-campanha de Daniel Vilela. Já nesta ocasião a ideia é apresentar uma aliança robusta, com os nomes apoiados ao Senado.
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